[ti:A Morte Saiu A Rua] [ar:Cristina Branco] [al:Abril] [by:] [offset:0] [00:00.00]A Morte Saiu A Rua - Cristina Branco [00:18.12]Written by:José Afonso [00:36.25]A morte saiu à rua num dia assim [00:40.24] [00:43.02]Naquele lugar sem nome para qualquer fim [00:46.95] [00:49.88]Uma gota rubra sobre a calçada cai [00:54.10] [00:56.30]E um rio de sangue de um peito aberto sai [01:00.47] [01:03.02]O vento que dá nas canas do canavial [01:08.03] [01:09.96]E a foice duma ceifeira de portugal [01:13.87] [01:16.65]E o som da bigorna como um clarim do céu [01:21.13] [01:23.16]Vão dizendo em toda a parte o pintor morreu [01:30.31] [03:16.31]Teu sangue pintor reclama outra morte igual [03:20.16] [03:22.77]So olho por olho e dente por dente vale [03:26.90] [03:29.11]À lei assassina à morte que te matou [03:33.89] [03:35.65]Teu corpo pertence à terra que te abraçou [03:39.44] [03:42.18]Aqui te afirmamos dente por dente assim [03:45.97] [03:48.53]Que um dia rirá melhor quem rirá por fim [03:52.45] [03:54.98]Na curva da estrada há covas feitas no chão [04:00.47] [04:01.18]E em qodas florirão rosas de uma nação [04:08.11] [04:09.72]A fintor moger [04:13.18]A fintor moger [04:16.35]A fintor moger